segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

É bicho ou pau?

 A Empusa pennata, o diabinho, também conhecido como "o bicho pau" é uma espécie de inseto da família Empusidae que ocorre apenas na Península Ibérica e França, vive em zonas de matos secos.

 
É um inseto que apresenta uma cabeça pequena com uma protuberância entre as duas antenas, um tórax comprido e delgado, um abdómen pequeno e curvo. O primeiro par de patas localiza-se na parte superior do tórax, enquanto que as outras quatro (sim! Tem seis patas) situam-se mais a baixo. Os adultos possuem asas, mas as ninfas não, contudo ambas formas são caracterizadas por apresentar rugosidade na cutícula, assim como a sua cloração ocre, que as camufla com a erva seca do seu habitat. Os machos adultos têm antenas plumosas.

8 comentários:

Marco Fachada disse...

"Cousas" de bichos! Uma das várias espécies que também encontramos no vale do Tâmega. Abr

João Paula disse...

Ainda à duas semanas vi um belzebu destes no Vale de Santarém.

Rafael Carvalho disse...

A primeira vez que vi um destes diabinhos, tive a sensação de estar frente a um aliens!
Parabéns pelo blogue.

Anónimo disse...

igual ao amigo meu chamado helio

david davi disse...

muito legal esse tipo de espese

Aida disse...

Essa Empusa pennata é uma louvadeus, tb conhecida em Espanha como "Mantis palus"(louvadeus pau). Mas os insectos da ordem Phasmatodea é que são os verdadeiros bichos-pau.
https://www.youtube.com/watch?v=GhvAXNNDsBU
https://www.youtube.com/watch?v=4A8oAop-NUM&spfreload=10

João Kardoso disse...

É de facto uma criatura extraordinária , mas o que está na foto é um Louva a Deus e não um bicho pau .

Paulo Barros disse...

Caro João Kardoso,
Antes de mais obrigado por seguir o nosso blog!
Relativamente ao nome comum das espécies, de facto, podem conduzir a alguns mal-entendidos, visto que eles (nomes comuns) variam de regiões para regiões e muitas vezes entre sítios relativamente próximos.
Tendo consciência disso mesmo, além do nome(s) comum(s) das espécies pela qual é conhecida na minha região (neste caso concreto Trás-os-Montes), temos por norma também identificar a espécie com o nome científico, de modo a não persistirem erros identificativos.
Com os melhores cumprimentos,
Paulo Barros


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